Especial Open Innovation Week 2014

ed035_logoOIW20147ª edição da Open Innovation Week será uma semana dedicada inteiramente à colaboração e à geração de ideias

Caros amigos da inovação,

É com grande alegria e entusiasmo que, mais uma vez, trazemos a vocês a Open Innovation Week, uma semana construída a muitas mãos, mentes e corações, dedicada a debates em torno da conexão entre redes e comunidades que praticam inovação em suas mais variadas formas. Novamente estaremos em São Paulo, no WTC, só que desta vez de 1 a 4 de dezembro.

Como nas edições anteriores, o Open Innovation Seminar abre a semana no dia 1 de dezembro, tendo como tema central “As novas práticas da interatividade social e como isso tem impactado os modelos de inovação corporativa e empreendedora”. O seminário é o grande destaque da OIW por reunir e envolver representantes das diferentes comunidades inovadoras em debates aprofundados e discussões sobre as novas práticas de inovação.

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Outra atração da semana em 2014 é o Congresso de Inovação Brasil-Alemanha. O programa estará integrado à OIW e contará com representantes de alto nível da indústria, da pesquisa aplicada, empreendedores e facilitadores da inovação dos dois países, que irão responder as seguintes questões: como a indústria pode aumentar sua competitividade pelo uso de novas tecnologias e soluções inovadoras? Como as barreiras entre o ‘mundo acadêmico’ e o ‘mundo prático’ podem ser superadas? O que pode ajudar empresas inovadoras a crescerem e manterem o sucesso de seus negócios?

O congresso abre ainda o debate da inovação tecnológica na indústria brasileira através da cooperação entre empresas e instituições de P&D, e da inovação organizacional e de modelo de negócios em empresas pela sistemática da gestão do ‘Capital Intelectual’. Será apresentado o case do planejamento e implementação dos 23 institutos de Inovação junto ao SENAI no Brasil, além da demonstração da metodologia ICS (Intellectual Capital Statements) aplicada como piloto em 10 micro e pequenas empresas do setor de óleo e gás.

No segundo dia, acontecerá o SPEI - Seminário de Políticas Públicas e Ecossistemas de Inovação, onde a comunidade da inovação irá discutir e desenvolver, em um momento muito propício, propostas de reformulação das atuais políticas públicas às autoridades que irão compor o novo ciclo de governos federal e estadual.

Uma atração à parte será o Workshop Design for Environment, que acontecerá nos dias 3 e 4 de dezembro. Parte dos problemas ambientais da atualidade tem origem em procedimentos que desconsideram o impacto na hora de projetar, manufaturar e vender bens e serviços. O Design para o Meio-Ambiente representa uma tendência mundial nos campos da arquitetura, engenharia e design, cujo objetivo é desenvolver produtos e serviços que reduzam o uso de recursos não-renováveis. O workshop visa fomentar a discussão técnica e legal sobre o tema, compartilhar as melhores práticas mundiais e disseminar este novo conceito em nossa indústria.

Durante todo o evento, haverá ainda as Open Innovation Arenas. Metodologia de encontros que objetiva reunir grupos diversificados de organizações para a compreensão e definição de desafios comuns que possam orientar e incentivar programas colaborativos de inovação.

Programas colaborativos também terão seu espaço, como é o caso do Grand Prix de Inovação, competição com 72 horas consecutivas de desafios, disputados por equipes multidisciplinares, onde é possível o espectador experimentar inovação em tempo real, do esboço ao protótipo. Neste processo, empresas, pesquisadores e empreendedores poderão identificar e definir desafios comuns e de interesse da sociedade, compartilhando conhecimento e criando novos modelos de negócio para exploração das inovações.

O foco do universo do empreendedorismo ficará nas dinâmicas propostas durante a 100 Open Startups e o Encontro de Empreendedorismo Inovador. Essas atividades promoverão encontros onde diferentes iniciativas e programas nacionais e internacionais voltados à capacitação e à criação de comunidades de empreendedorismo terão a oportunidade de interagir com potenciais clientes, investidores e parceiros na construção de novas conexões capazes de alavancar negócios. O objetivo é maximizar oportunidades de interação entre empreendedores e diferentes representantes de startups, especialistas, grandes empresas, venture capitalists, investidores-anjos, comunidade científica, órgãos de fomento e mídia.

Neste Encontro acontecerão:

Final Nacional do Desafio Brasil – 30 startups, vencedoras dos desafios regionais, dos seis principais ‘clusteres’ brasileiros, irão interagir com o público do evento de forma a se prepararem para a banca de juízes formada pelos principais venture capitalists do País. O grande prêmio é representar o Brasil na competição global SeedStars World em Genebra.

Desafio Cidades Inovadoras – As 10 melhores startups do Brasil com soluções para os desafios das grandes cidades serão apresentadas ao público e terão oportunidade de apresentar seus ‘pitches’ para executivos de grandes empresas e investidores ali presentes. Participarão dessa atividade empresas como a IBM, Embraer, Intel, Evonik, Shell, Andrade Gutierrez, Fiat, Siemens e Telefônica.

Desafio Inovação na Educação - O SENAI, a Estácio de Sá, a Metodista e a FGV irão interagir com startups brasileiras que apresentem propostas e soluções capazes de contribuir para a inovação no ensino. Vivemos um cenário de grandes mudanças no Brasil e no mundo: novas tecnologias e mudanças no estilo de vida permitem e, ao mesmo tempo, exigem maneiras novas de aprender e compartilhar conhecimento. Dado este cenário o desafio proposto foi: Como preparar o profissional do futuro?

Desafio E-Health - O Fleury Medicina e Saúde e o Hospital Israelita Albert Einstein irão interagir com as startups brasileiras que apresentam propostas e soluções capazes de contribuir para a inovação em e-health. Alguns dos principais desafios em saúde envolvem a redução de custos; aumento de segurança, confiança e integridade dos sistemas; mobilidade urbana; melhoria dos serviços de saúde; interoperabilidade entre os sistemas; maior abrangência e qualificação do acesso aos serviços de saúde; educação para promoção e prevenção; e escalabilidade com impacto.

Desafio Digital Applications - A CI&T, multinacional brasileira do setor de software, busca parcerias com startups que tenham interesse na realização de negócios em conjunto, em desafios encontrados pela CI&T no mercado. O Desafio tem como objetivo desenvolver negócios com startups cujas soluções ou expertise possam ser aplicados à resolução de problemas de mercado para empresas que atuam nos segmentos de Seguros, E-commerce, Financeiro e Utilities.

Pitch The Editor / Pequenas Empresas, Grandes Negócios – Serão selecionadas, no evento, as 3 startups mais inovadoras e conectadas para serem fonte de matérias da próxima edição da revista editorada pela Globo.

Agradecemos a todos que, de algum modo, participaram desta construção e esperamos contar com todos lá, contribuindo com os debates, ampliando as conexões e enriquecendo os resultados para que tenhamos uma OIW relevante para cada um!

Um grande abraço,

Carla Colonna
Equipe de Execução OIW 2014 – 7ª Open Innovation Week

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Qual será sua principal contribuição na Open Innovation Week 2014?

foto_MarkusWillDr. Ing. Markus Will
Head of Fraunhofer IPK Project Office Brazil

Esse ano a Open Innovation Week também sediará o Brazilian-GermanInnovation Congress. Este novo módulo reúne indústria, pesquisa e política de ambos os países para discutir dois aspectos principais da inovação de sucesso: desenvolvimentos tecnológicos práticos e os processos de negócio certos para colocá-los no mercado. No Fraunhofer IPK acreditamos que uma coisa não existe sobre outra. Junto com nossos parceiros e especialistas internacionais, vamos demonstrar boas práticas de pesquisa aplicada, bem como ferramentas de gestão inovadoras que garantam que o “Capital Intelectual” se transforme em sucesso empresarial tangível. Seguindo o lema da iniciativa de apoio do Governo – “Alemanha e Brasil. Quando ideias se encontram.” – o objetivo deste congresso é aprender com exemplos bem sucedidos de cooperação entre empresas e pesquisadores, para encontrar formas eficazes de unir ainda mais “mundo científico” e “mundo prático” no futuro.

foto_NewtonCamposNewton M. Campos
Prof. PHD , FGV

“O dinheiro é a parte menos importante do processo empreendedor.” Quem disse isso foi Georges Doriot, considerado o pai do Venture Capital moderno. Potenciais empreendedores tendem a achar que recursos financeiros combinados com inovação resolverão a maior parte de seus problemas. Se fosse assim, hoje estaríamos usando Google Plus ao invés de Facebook. Desde que comecei a vivenciar o empreendedorismo, ainda na década de 1980, me chamou muita atenção a dinâmica quase irracional que o processo empreendedor frequentemente assume. Depois de anos de prática empresarial, essa constatação me levou a estudar os principais recursos sociais utilizados por empreendedores de economias emergentes, sem dúvida alguma os recursos mais importantes que eles podem chegar a ter ou desenvolver. Vamos calcular seu conjunto de recursos sociais? Essa será minha principal contribuição à Open Innovation Week 2014.

foto_MarceloPrimMarcelo Prim
Especialista em Desenvolvimento Industrial, SENAI

Nossa contribuição será a de criar um ambiente de negócios, conectando as startups presentes no evento com problemas de grandes empresas. Esse ambiente será uma demonstração do que queremos fazer nos institutos SENAI, ou seja, um ambiente aberto e colaborativo para resolução de problemas da indústria. Para tal, seis times compostos por alunos e especialistas do SENAI criarão ideias a partir de desafios da sociedade, que foram analisados e desdobrados por indústrias parceiras em desafios da indústria. As ideias serão utilizadas para conectar as startups com as grandes empresas, com o auxílio de especialistas do SENAI. Portanto, a equipe vencedora será a que gerar ideias, que conseguir conectar mais startups com empresas, e submeter essas ideias para mecanismos de fomento, como o edital SENAI SESI de inovação, que estará recebendo propostas no evento.

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Projeto Human Ecosystem

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Em evento realizado de 22 a 28 de setembro em São Paulo, no SESC Vila Mariana, Salvatore Iaconesi e Oriana Persico, criadores do projeto Human Ecosystem, concederam entrevista especial ao Wenovate. Confira a seguir.

Wenovate – No que exatamente consiste o projeto Ecossistemas Humanos?

Salvatore Iaconesi e Oriana Persico -

Ecossistemas Humanos é um projeto city-based no qual podemos capturar toda a informação pública que é gerada por cidadãos e organizações através de redes sociais e processá-la para entender o que as pessoas estão falando, quais são suas emoções, opiniões, relações; e de que maneira se formam comunidades e redes, e quais são seus papéis nessas comunidades e redes.

Em seguida, pode-se soltar toda essa enorme quantidade de informação como uma fonte em tempo real de Dados Abertos, que os cidadãos – designers, artistas, gestores públicos, empreendedores sociais, pesquisadores e professores podem usar para várias finalidades. Desde as relacionadas à governança participativa da cidade até a criação de belas e interessantes obras de arte, concepção e desenvolvimento de serviços inovadores, pesquisa, planejamento urbano, educação cívica, e muito mais. Deste modo são aplicações interdisciplinares e sugerem conexões fortes, dinâmicas entre os cidadãos e as áreas de pesquisa, artes, tecnologia, governo, criatividade e empreendedorismo. Fazemos isso de duas formas: criando um museu e um laboratório.

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Em primeiro lugar, criando o que chamamos de “Museu da Cidade em Tempo Real”, como faremos no SESC Vila Mariana, em São Paulo. Este é um museu real, que em vez de mostrar pinturas e esculturas, exibe o emocional e relacional do Ecossistema da Cidade. Podemos imaginar isso como um planetário. Em lugar de mostrar estrelas, mostra pessoas e organizações. Em lugar de mostrar constelações (relações entre estrelas) mostra relações entre pessoas. As pessoas podem encontrar a si mesmas no Ecossistema e podem visualizar a que comunidades pertencem e quais são suas interações potenciais.

Ele também pode ser usado para “fazer perguntas para a cidade”. Questões importantes, tais como: “quem está preocupado com o meio ambiente na cidade”; “Quem está ansiosa sobre o seu trabalho?”; “Quem você gostaria para sua comunidade?”; e muito mais.

As respostas a todas essas perguntas vêm sob a forma de redes humanas: redes de seres humanos e suas relações, os papéis (alguns podem ser influenciadores, alguns hubs, alguns especialistas, ou pontes entre diferentes comunidades), emoções, opiniões, e as formas em que todos estes evoluem e se transformam ao longo do tempo, a geografia, a cultura e a língua falada.

Através deste mecanismo, criamos a segunda maneira pela qual usamos os ecossistemas humanos: o laboratório. Neste laboratório, podemos ensinar as pessoas a usarem esses dados para criar uma mudança positiva na cidade. Estudantes de todas as idades, artistas, designers, administradores públicos, empreendedores, pesquisadores, todos podem aprender como usar este laboratório e colaborar com inúmeras disciplinas para criar serviços inovadores, gestão participativa ações de tomada de decisões, ações cívicas, obras de arte, novas formas de planejamento urbano e estratégico, processos de definição de políticas de colaboração, brinquedos e muito mais. Todas estas podem ser compartilhadas em Tempo Real neste “Museu da Cidade”, pronto para ser usado e reutilizado para outros assuntos, e também em todas as outras cidades em que os ecossistemas humanos foram iniciados, criando amplo acesso ao conhecimento, e realimentando inclusive o ecossistema.

Wenovate - O que motivou seu surgimento e pesquisa?

Salvatore Iaconesi e Oriana Persico -

O projeto Ecossistemas Humanos é a última fase de uma série de projetos que iniciamos pelas mais variadas razões: questões sociais e políticas, relacionadas com enormes oportunidades que surgem quando você é capaz de obter colaboração entre artes, ciências, tecnologias, governos e empreendedorismo.

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Do ponto de vista sócio-econômico, deve-se destacar como os seres humanos têm transformado radicalmente as formas pelas quais se relacionam, trabalham, colaboram, expressam suas emoções e constroem sua identidade ao se comunicarem.

Quase dois bilhões de pessoas no planeta já utilizam as redes sociais como uma parte integrante do seu espaço público, para expressar suas opiniões, desejos, expectativas, preocupações, relacionamentos e muito mais. Mas vivemos atualmente nesta situação peculiar em que as pessoas que geram toda essa atividade e as informações não podem acessá-las.

O Facebook tem essa informação, a NSA pode tê-la, uma grande corporação como a Coca-Cola pode comprá-la. Apenas os cidadãos não têm acesso a ela. E esta informação tem múltiplos usos positivos, radicalmente inovadores, que ainda nem se começou a explorar. Todos eles são baseados na possibilidade de os cidadãos poderem acessar as informações produzidas pela sociedade nesse espaço público e usá-las de maneiras positivas e construtivas.

Por isso estamos promovendo a ideia de um Commons onipresente, o Commons na era das tecnologias onipresentes. O Ecossistema Humano é uma das maneiras de promover a adoção do Commons onipresente por governos, empresas, ciências e cidadãos, provocando uma mudança radical e positiva em nossas comunidades, através de atos de participação e colaboração consciente, ativa e informada.

Wenovate - Como o projeto pode ajudar a sociedade civil?

Salvatore Iaconesi e Oriana Persico -

De várias formas. Primeiramente, permitindo aos cidadãos se beneficiarem da enorme quantidade de dados e informações que eles geram em redes sociais, os novos espaços públicos. Atualmente eles não têm acesso a isso, não podem usar os dados para organizar-se, para obter uma melhor compreensão de sua sociedade e promover de modo eficaz a gestão participativa de suas cidades.

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Em segundo lugar, restaurando a usabilidade e acessibilidade do espaço público digital. Empresas como Facebook, Twitter e Google fazem muitos esforços para a produção de ambientes digitais que imitam de perto espaços públicos, dando aos cidadãos de todo o planeta uma esperança: a percepção clara destes serviços como espaços públicos. Mas os espaços públicos e os direitos das pessoas em si mesmas são preservados e protegidos, de modo que não são válidos em espaços como o Facebook, por exemplo. Este tipo de expectativa induzida é protegido por aparato legal, e é só por causa de uma falta de capacidade de resposta dos sistemas jurídicos que os regulamentos existentes não são aplicados nestes espaços digitais.

Por exemplo, no espaço público, para alterar o direito dos cidadãos à privacidade deve-se passar por parlamentos eleitos, Senados, Congressos, presidentes, de acordo com os procedimentos que nós, como cidadãos, optamos em nossas sociedades democráticas. No Facebook, por exemplo, um espaço que é reconhecido como um espaço público de 1,3 bilhões de pessoas em todo o planeta (o segundo país do mundo, depois da China), qualquer alteração do direito à privacidade pode ser executada a qualquer momento, de forma unilateral, alterando algumas linhas nos Termos de documentos de Serviço.

E, terceiro, tornando os dados pertinentes a estes espaços públicos digitais acessíveis aos cidadãos, a fim de permitir modelos inteiramente novos para a participação cívica e colaboração, em que administrações, empresas e institutos de pesquisa assumem funções inteiramente novas, tornando-se facilitadores e promotores da difusão maciça de práticas de colaboração em rede, distribuição que emerge entre cidadãos, empresas, artistas, arquitetos, urbanistas, engenheiros, antropólogos e, assim, por toda a sociedade, de maneiras acessíveis e inclusivas. É a sociedade em rede que deveríamos ter, reconhecida como a maior oportunidade provocada pelas novas tecnologias. Para este tipo de sociedade o conceito do Commons onipresente torna-se uma questão fundamental.

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A inovação aberta ganha-ganha do gigante Bradesco


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Equipe InovaBRA.

O inovaBRA é um programa  de inovação aberta do Banco Bradesco voltado a descobrir projetos inovadores de startups que tenham soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação no setor de produtos e serviços financeiros e que possam criar novas soluções para o Banco. A proposta é que as empresas estejam preparadas para apresentar inovações nas seguintes áreas: meios de pagamento, canais digitais, produtos, seguros e Banco do Futuro, que engloba iniciativas que possam ser adotadas nos próximos anos por qualquer área do Banco.

Já estamos pensando no que oferecer para a próxima geração bancária. Este é um projeto onde todos ganham: o cliente Bradesco, que tem acesso a produtos e serviços inovadores; o Banco, que mantém sua tradição e pioneirismo, criando um novo canal para gerar inovação; e as startups, que têm a oportunidade de alavancar negócios em parceria com um grande apoiador.

A iniciativa é uma grande oportunidade para as startups ganharem visibilidade no mercado e iniciarem um trabalho com base em demandas reais. O grande diferencial do programa é a inovação no modelo de negócio, pois as empresas irão trabalhar com base em necessidades reais apontadas pelas unidades de negócio do Banco, diluindo o risco da inovação. Além disso, vão contar com conselhos e orientações dos principais executivos da instituição, acesso aos principais líderes das unidades de negócio – com objetivo de moldar a solução para uma grande instituição financeira -, assistência na gestão e mentoria. E poderão finalmente testar a solução apresentada em um dos maiores bancos do País.

Atualmente o acesso a tecnologias para gerar inovação está ao alcance de todos. Por isso, resolvemos apostar em mesclar o nosso processo fechado de inovação com um processo aberto, que nos permita buscar, apoiar e apostar em boas ideias. Nosso objetivo é criar um canal de interação com empresas que estão na fronteira da criação, têm agilidade para se adaptar aos novos desafios propostos, mas precisam do apoio para uma boa gestão de seu negócio.

O programa terá duração de 10 meses, sendo quatro destinados ao processo seletivo e seis meses para o processo de interação com o Banco, incluindo melhorias na gestão, busca de sinergia estratégica, operacional e mercadológica.

A primeira fase é composta por três etapas:

- Primeira: divulgação do programa e inscrição das empresas, que ocorre de 05/08 a 17/10.

- Segunda: seleção de até 40 startups pela avaliação do questionário preenchido pelas empresas durante a inscrição. Essas empresas passarão por um processo de imersão para conhecer o banco e serão avaliadas nos seguintes quesitos: qualificação da equipe, potencial de geração de valor, capacidade de entrega, potencial de inovação e mensuração de risco.

- Terceira: serão selecionadas 20 startups que passarão por avaliação de um grupo de executivos do Banco.

Cerca de 10 empresas seguirão para a fase de concepção do projeto, na qual receberão orientação com relação a uma demanda associada a uma necessidade real do Banco. Consequentemente, terão apoio no desenvolvimento do produto ou serviço e adaptação da solução ao ambiente do Bradesco.

Ao final do programa, as empresas que concluírem com sucesso a formatação de suas soluções terão a possibilidade de comercializar seus produtos para o Bradesco. O Banco poderá ainda ser um investidor estratégico das empresas.

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SENAI marcou presença na Olimpíada do Conhecimento 2014, realizada em Belo Horizonte, de 1 a 7 de setembro.

Alunos e especialistas SENAI formaram um grande time reunido no stand “indústria do futuro”, um laboratório aberto onde o propósito era o de resolver problemas complexos de empresas parceiras. O primeiro dia de Olimpíada destinou-se à dinâmica para geração de ideias e, no segundo, houve a prototipação das ideias validadas, com o intuito de transformá-las em soluções reais para a indústria.

As empresas parceiras e seus respectivos desafios foram:Fiat, com “Como melhorar a eficiência da partida a frio do motor a etanol?”;  Vale, com  “Comunicação e automação em ambiente de mina”;  Natura,com“Como conectar pessoas distantes na hora do relaxamento e sono?”; e  3M, com“Como reduzir o ruído do secador de cabelo”.

No geral, foram geradas duas ideias para cada desafio, ideias que muitas vezesse complementavam e acabaram se tornando uma proposta única e mais robusta.O clima foi de grande colaboração, já que as empresas convidadas interagiram bastante com as equipes de ideação e prototipação, dando sugestões e compartilhando conhecimento.

Assista ao vídeo

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Wenovate e MDIC estiveram presentes no Seminário Nacional Anprotec, em Belém do Pará, de 22 a 26 de setembro

Inovação aberta, Redes e o Programa InovAtiva Brasil foram temas bordados por Bruno Rondani, em mini-curso realizado no dia 22. Abaixo a cobertura completa.

Ministrado pelo fundador e presidente do Wenovate, Bruno Rondani (foto), o minicurso “InovAtiva Brasil: capacitação, mentoria e conexão de negócios” apresentou o programa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior que teve sua edição piloto realizada no ano passado. O Wenovate – Open Innovation Center, atua como mentor e conselheiro de programas de incentivo ao empreendedorismo no País e é executor do InovAtiva. Assim, durante a atividade realizada nesta tarde (22), Rondani apresentou aos participantes a experiência do programa piloto de 2013 e as perspectivas para os resultados da edição deste ano.

O InovAtiva Brasil é uma plataforma que oferece aos empreendedores capacitação na forma de vídeos e webinars, além de outras funcionalidades, como blog e espaço para networking. Os selecionados têm acesso ao conteúdo que é produzido constantemente com apoio da própria comunidade de empreendedores de sucesso. A segunda etapa prevê que até 300 empreendedores aprovados recebam mentorias de especialistas. Os projetos inscritos precisam atender a alguns requisitos: ter alto impacto, ser inovador, ter caráter global.

“O programa oferece ao empreendedor conteúdo de capacitação, refinamento e aceleração do negócio, mentoria com especialistas e empreendedores de sucesso, conexão com instrumentos públicos de apoio e hubs internacionais”, explicou Rondani.

Em 2013, os 20 empreendedores finalistas receberam mentoria para falar com investidores. Em 2014, dos 1.200 projetos cadastrados na plataforma, 128 se qualificaram para receber mentoria de empreendedores, investidores e consultores. “Queremos aumentar muito o número de empreendedores impactados em 2014, na tentativa de tornar o programa ainda mais inclusivo”, concluiu.

Fonte: Débora Horn, do Relata Editorial

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Clipping – Edição 35

Empresas no Brasil devem priorizar inovação aberta, defende presidente da DuPont para América Latina

A inovação aberta (open innovation) deveria ser largamente aplicada por companhias no Brasil como chave para potencializar os negócios e a competitividade do País no cenário global. É o que defende Eduardo Wanick, presidente e CEO da DuPont para América Latina e presidente do Conselho de Administração da Amcham.
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BNDES oferece Programa de Apoio a Micro, Pequena e Média Empresa Inovadora

O objetivo do programa é aumentar a competitividade das micros, pequenas e médias empresas (MPMEs), financiando investimentos que contemplam ações contínuas de melhorias incrementais em seus produtos e/ou processos, além do aprimoramento de suas competências, estrutura e conhecimentos técnicos. O programa estará vigente até 31/12/2015 e os interessados devem procurar uma instituição financeira credenciada ao BNDES.
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Estão abertas as inscrições para a Segunda Rodada do Start-UP Brasil

No último dia 15 de setembro o Programa Startp-UP Brasil entrou na fase de seleção de projetos startups do 2o.semestre 2014. Podem participar startups com até 4 anos de constituição, de dentro ou de fora do Brasil (cota de 25% para estrangeiros). Interessados devem se inscrever até 24/10.
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